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Bruno Omeltech

Aprendizado contínuo

Bruno Omeltech

Aprendizado contínuo

CRÉDITO: Arquivo pessoal

Criar experiências completas de aprendizagem é o foco de Bruno Omeltech. Especialista em Desenvolvimento Humano pela USP, o diretor da Omeltech Desenvolvimento é formado em Administração de Empresas e em Ciências Contábeis, e seu tema de paixão é o do life long learning que, em tradução livre, significa aprendizado ao longo da vida.

CRÉDITO: Arquivo pessoal

Criar experiências completas de aprendizagem é o foco de Bruno Omeltech. Especialista em Desenvolvimento Humano pela USP, o diretor da Omeltech Desenvolvimento é formado em Administração de Empresas e em Ciências Contábeis, e seu tema de paixão é o do life long learning – que, em tradução livre, significa aprendizado ao longo da vida.

Em entrevista concedida exclusivamente à Revista Positivo, Bruno fala, a partir de suas experiências, sobre como aplicar os conhecimentos adquiridos e analisa como a constância no aprendizado pode ser decisiva na busca pelo sucesso. Confira!

Revista Positivo (RP) – O life long learning parte da premissa de que devemos estar sempre abertos ao aprendizado. Nesse sentido, como entender quando o nosso tempo está sendo aplicado da forma correta? Todo conhecimento é válido, agregador, ou devemos planejar nosso autodesenvolvimento?

Bruno Omeltech (BO) – Uma vez que vivemos em uma sociedade que se transforma a cada momento, o aprendizado constante passa a ser um estilo de vida e não apenas uma tarefa. Eu acredito nas duas formas: o aprendizado intencional, ou seja, planejado, e o aprendizado que acontece de forma aleatória. O plano de aprendizado ajuda a alcançar os objetivos profissionais e de carreira; já o aprendizado aleatório auxilia a expandir o mapa mental, dando capacidade de solucionar um problema de forma diferente e de se relacionar com pessoas diferentes, o que também faz parte do crescimento profissional e pessoal.

RP – Existe uma única forma de aprender? Ela é igual para todos?

BO – Não existe uma forma única de aprendizado: cada pessoa tem suas preferências, que se desenvolvem de acordo com nossos sistemas representacionais e com o método educacional. Algumas pessoas são auditivas, outras visuais e outras sinestésicas, e isso impacta diretamente a absorção do conteúdo. Por isso, existem diversas formas de transmitir conhecimento, e não há uma melhor do que a outra. O que precisamos fazer é reconhecer qual é o nosso sistema e nos expor o máximo possível ao conhecimento, que pode ser adquirido de diferentes formas: assistindo a vídeos, escutando podcasts, participando de conferências, compartilhando experiências e interagindo em uma sala de aula convencional, entre outras.

RP – Pode-se dizer que nos últimos dois anos os cursos on-line deixaram de ser uma alternativa e se tornaram uma prática necessária. Com tanta oferta de capacitações na web, como identificar as melhores oportunidades?

BO – Sem dúvidas, a capacitação on-line é uma realidade, e não apenas uma tendência. A melhor oportunidade sempre estará relacionada com seus objetivos. Ou seja, se aquele conteúdo lhe aproxima do seu objetivo, é sinal de boa oportunidade.

RP – Como as empresas enxergam a prática do aprendizado contínuo no desenvolvimento dos colaboradores? É fundamental que os investimentos em novas habilidades e cursos de aperfeiçoamento estejam sempre alinhados às necessidades corporativas? Existe um “match” perfeito?

BO – Existem muitas realidades diferentes, mas as empresas que entenderam que o desenvolvimento dos colaboradores é a chave para se manterem relevantes no mercado têm se destacado. Não existe uma combinação perfeita, mas as empresas podem desenvolver projetos que sejam aderentes às suas competências organizacionais e consequentemente às necessidades corporativas. Dessa forma, o colaborador se desenvolve ao mesmo tempo em que as empresas geram resultados.

CRÉDITO: Divulgação

RP – Qual é o ganho real da autocapacitação para o profissional e como aplicá-lo no dia a dia, mesmo fora do ambiente corporativo?

BO – Os ganhos são inúmeros. Vale reforçar que, a partir do autodesenvolvimento, os profissionais são capazes de lidar com desafios mais complexos, o que possibilita crescimento na carreira e faz com que o profissional continue relevante no mercado de trabalho. O aprendizado só acontece de verdade quando o conhecimento é aplicado. Fazer um curso, ler um livro e escutar um podcast não são sinônimos de aprendizado. É necessário aplicar todo esse conhecimento de modo a transformar/aprimorar alguma prática.

RP – Que dica você dá para quem quer aumentar o seu potencial e se tornar protagonista do próprio desenvolvimento?

BO – A principal dica é a constância. Hoje em dia, existe uma disputa muito grande pela atenção das pessoas: somos constantemente impulsionados a concentrar nosso tempo em assuntos que nos distanciam dos nossos objetivos. Por isso, ter disciplina é a chave do sucesso para qualquer profissional.

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