Escrito por: Bruna Figueiredo
Mudanças estruturais raramente começam com alarde. Elas surgem aos poucos: um propósito criado, valores revisitados, áreas se fortalecendo e acelerando práticas que desenham o futuro que buscamos — inovação, sustentabilidade, experiências encantadoras, e uma vida mais positiva.
E, enquanto isso acontecia, alguns personagens já circulavam pela empresa. Eles apareciam em ações específicas, cada um carregando uma mensagem própria, criada para iluminar comportamentos desejados e reforçar o jeito Positivo de agir. Eram figuras conhecidas, mas atuavam de forma independente, como protagonistas de histórias paralelas. E talvez fossem mesmo. Até aqui.
De repente, a percepção mudou quando essas peças foram reunidas. Ficou claro que formavam algo maior do que reverberar discursos sobre projetos ou iniciativas pontuais, cada um representava um elemento essencial da identidade do Positivo. Conectados, revelaram um DNA cultural que já existia na prática — coragem e cuidado, ética e curiosidade, presença e conexão, visão e dedicação — só ainda não havia sido nomeado.

A Liga da Cultura nasce desse movimento que organiza, dá sentido e amplia aquilo que já se vivia, ainda que de forma dispersa. Esses personagens deixam de ser figuras isoladas e passam a compor um grupo coerente, que traduz, de maneira acessível e visual, o que sustenta a cultura da empresa. E, assim, aquilo que antes era percebido apenas intuitivamente ganha unidade e voz.

“Desde sempre ficou claro para mim que, no Positivo, ninguém atua apenas em nome de uma marca ou de uma função. Existe uma expectativa compartilhada de que sejamos guardiões de uma cultura construída por valores que nos conectam: o saber, a inovação, a sustentabilidade, o compromisso com o futuro. Como Embaixadora da Leitura vejo, nesse contexto, que a criação dessa liga é mais do que uma iniciativa, é reflexo da nossa responsabilidade enquanto colaboradores e defensores do nosso jeito de ser. Independentemente de onde atuamos, pertencemos ao mesmo Grupo, dividimos esse papel e é fundamental que saibamos ser protagonistas nisso.”
Marcia Rodrigues, supervisora administrativa no Vila Olímpia Bilingual School e Embaixadora da Leitura





