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Horas de lazer

Saiba como nossos colaboradores se divertem

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Marcenaria para exercitar o corpo e a mente

Fazer algo que se ama não tem preço. Paulo Alexandre, coordenador de Produção na Posigraf, que o diga! Atualmente, ele confecciona móveis como cadeiras, mesas, bancos, balcões e armários, além de casas para bonecas e cachorros, com o reaproveitamento de materiais, fazendo da marcenaria um exercício para o corpo e a mente. No trabalho artesanal, ele encontrou momentos de pura criatividade que trazem gratificação e satisfação, principalmente quando as suas obras-primas passam a integrar os espaços da casa, cada qual com o seu charme.

“Os hobbies estão nos pequenos momentos em que investimos na nossa qualidade de vida. É um fator que ajuda a equilibrar e preservar a saúde física e emocional. Nesses objetos, encontro autoconhecimento e um horizonte de pura liberdade criativa. É uma atividade que diverte quem pratica e encanta quem vê o resultado.”

Paulo Alexandre,
coordenador de Produção na Posigraf.

“Os hobbies estão nos pequenos momentos em que investimos na nossa qualidade de vida. É um fator que ajuda a equilibrar e preservar a saúde física e emocional. Nesses objetos, encontro autoconhecimento e um horizonte de pura liberdade criativa. É uma atividade que diverte quem pratica e encanta quem vê o resultado.”

Paulo Alexandre,
coordenador de Produção na Posigraf.

Solução para a ansiedade

Uma vontade guardada desde a época da faculdade ganhou força durante a pandemia. Há pouco mais de um ano, Rafael, analista de Licitações e Contratos do Aprende Brasil, começou a produzir cerveja artesanal em casa. O hobby veio com o intuito de minimizar a ansiedade e, após assistir a alguns vídeos, ele resolveu se aventurar. Inicialmente, a bebida era produzida em caldeirões com capacidade para 18 litros mas, atualmente, ele já possui um equipamento que produz até 50 litros por vez. O processo para a produção das cervejas é composto por várias etapas e, por isso, Rafael dedica os seus fins de semana ao preparo.

“Esse hobby, sem dúvidas, me ajudou a desestressar no dia a dia.  Gastar o tempo com uma atividade que é cansativa, mas que gera orgulho depois (afinal, vai sair uma boa cerveja produzida por você mesmo) para amigos e familiares é gratificante.”

Rafael Franco Zaze,
analista de Licitações e Contratos do Aprende Brasil.

“Esse hobby, sem dúvidas, me ajudou a desestressar no dia a dia.  Gastar o tempo com uma atividade que é cansativa, mas que gera orgulho depois (afinal, vai sair uma boa cerveja produzida por você mesmo) para amigos e familiares é gratificante.”

Rafael Franco Zaze,
analista de Licitações e Contratos do Aprende Brasil.

Dias mais leves com a dança

Dizem que “quem dança é mais feliz”, certo? E a Luiza, cozinheira na AMA, resolveu testar a veracidade dessa frase! Como alternativa para relaxar, ela decidiu começar a praticar uma atividade que sempre teve vontade: a dança. Entre as modalidades que treina, estão dança gaúcha, vanera, chamamé e bugio. Além de ser uma forma de descontração, as aulas trazem, ainda, outro grande benefício: novas amizades. Agora, por conta da pandemia, Luiza está há algum tempo sem praticar, mas, anteriormente, ela frequentava as aulas três vezes por semana.

“Estou ainda em processo de aprendizagem, mas está sendo ótimo! Me sinto mais leve, mentalmente mais jovem e fisicamente mais condicionada. Quando você está no ritmo é perfeito, você se sente livre.”

Luiza Posnik,
cozinheira na Associação Maria Amélia (AMA).

“Estou ainda em processo de aprendizagem, mas está sendo ótimo! Me sinto mais leve, mentalmente mais jovem e fisicamente mais condicionada. Quando você está no ritmo é perfeito, você se sente livre.”

Luiza Posnik,
cozinheira na Associação Maria Amélia (AMA).

E quando a bola rola… é jogo!

Assim que os jogadores entram em campo, Jakson assume o seu posto de narrador de grandes emoções. Em palavras rápidas e firmes, em seus momentos de lazer, o professor de História do Curso Positivo e do Colégio Positivo em Ponta Grossa traz vida às partidas de futebol pelas ondas do rádio e em transmissões on-line. As narrações já faziam parte de suas experiências profissionais anteriores e hoje representam uma atividade diferente no dia a dia. O locutor tem até um fã clube, que admira as suas histórias, ilustradas em sala de aula.

“A curiosidade dos alunos sempre é bem grande sobre as transmissões de futebol, a cada instante perguntam como sei o nome de todos os jogadores, como consigo falar tão rápido. É interessante para os alunos observarem o professor em sua vida fora da sala de aula. Isso nos humaniza e gera confiança.”

Jakson Carlos Baniski,
professor de História no Curso Positivo e Colégio Positivo em Ponta Grossa.

“A curiosidade dos alunos sempre é bem grande sobre as transmissões de futebol, a cada instante perguntam como sei o nome de todos os jogadores, como consigo falar tão rápido. É interessante para os alunos observarem o professor em sua vida fora da sala de aula. Isso nos humaniza e gera confiança.”

Jakson Carlos Baniski,
professor de História no Curso Positivo e Colégio Positivo em Ponta Grossa.

Um laboratório literário

É assim que Mateus, professor no Colégio Positivo – Santa Maria, em Londrina, chama o audiobook que publica no Spotify. Ele dedica os seus domingos a narrar a trajetória do “Vendedor de Despedidas”, protagonista do podcast, em um mundo de ficção criado a partir de cartas, poemas e canções de própria autoria, elaborados com base em estudos de teorias literárias. A ideia surgiu durante o doutorado, depois de perceber a tecnologia como um espaço acessível a todos, e uma oportunidade para compartilhar criações e inovações literárias.

“A ideia é oferecer uma experiência genuína, principalmente, para que pessoas com deficiência visual possam ter uma experiência literária com um audiolivro diferente.”

Mateus Oliveira,
professor do Ensino Fundamental – Anos Finais no Colégio Positivo – Santa Maria.

“A ideia é oferecer uma experiência genuína, principalmente, para que pessoas com deficiência visual possam ter uma experiência literária com um audiolivro diferente.”

Mateus Oliveira,
professor do Ensino Fundamental – Anos Finais no Colégio Positivo – Santa Maria.

Em movimento para relaxar

Desde criança, Matheus, na Positivo Tecnologia, sempre foi ligado ao futebol. Suas recordações dessa época são resumidas ao esporte, sempre rodeado por amigos e familiares prontos para uma partida. Segundo ele, o futebol é uma forma de acalmar, pois quando está jogando, principalmente com as pessoas de que gosta, o sentimento é de alegria e descontração, um escape para a correria do dia a dia. Porém, com a pandemia, ele conta que foi preciso abrir mão da atividade para cuidar do mais importante: seu filho de sete meses e sua esposa. Mas Matheus achou um jeito de exercitar, se não o corpo, a mente: aproveitou para iniciar a faculdade de Logística, aprender novas receitas e maratonar séries com a família.

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